Diagnóstico e otimização do consumo de energia: bombas, inversores de frequência e gestão de demanda para reduzir a conta e melhorar o desempenho.
Em uma operação de saneamento, a maior parte da conta de energia sai de bomba. E bomba desperdiça de formas que não aparecem na fatura: operando fora do ponto de melhor rendimento, com registro estrangulado, ligando na hora mais cara do dia. O diagnóstico começa medindo, nunca supondo.
Medição de grandezas elétricas e hidráulicas no ponto de uso. Estimativa de catálogo serve para orientar; decisão de investimento pede medição real.
Comparação entre a curva do fabricante e o ponto real de operação. Bomba boa trabalhando no lugar errado da curva gasta como bomba ruim.
Estudo de onde acionamento com rotação variável se paga e onde não se paga — instalar inversor em carga de torque constante costuma decepcionar.
Análise de enquadramento tarifário, demanda contratada e deslocamento de carga. Às vezes a economia está no contrato, não no equipamento.
Doze meses de fatura, regime de operação e histórico de manutenção. O padrão de consumo mostra onde vale gastar tempo de medição.
Instrumentação temporária nos pontos relevantes, cobrindo dias úteis e fim de semana. Medir só um turno esconde justamente o pico.
Cada oportunidade com estimativa de economia, investimento e retorno — e com a premissa declarada, para você poder discutir o número em vez de aceitá-lo.
Execução do que for aprovado, integrada à automação existente quando houver.
Medição depois da intervenção, comparada com a linha de base. Economia que não é verificada é promessa; verificada, é resultado.
O estudo cobre estas frentes; quais se aplicam depende do que a medição mostrar.
Cada instalação tem restrição própria. Conte o que você precisa resolver e retornamos com uma proposta técnica.